quinta-feira, 18 de setembro de 2008

D'AMBROSIO_INTERFACE_HISTÓRIA_MATEMÁTICA

"Para quem e para que serve a História da Matemática?"

D'AMBROSIO, Ubiratan. A interface entre História e Matemática. Disponível em <http://vello.sites.uol.com.br/interface.htm> Acesso em 17 set.2008.

BARBOSA_MODELAGEM MATEMÁTICA

Uma boa leitura sobre a Modelagem Matemática:

BARBOSA, Jonei. Modelagem na Educação Matemática: contribuições para o debate teórico. Disponível em <http://www8.pr.gov.br/portals/portal/institucional/def/areas/matematica/modelagem.pdf>Acesso em 17 set.2008.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ensinar Matemática também é alfabetizar?

Sobre Alfabetização funcional, "(...) trata-se de uma característica dos componentes de uma sociedade, medida em níveis. Pessoas com baixo grau de alfabetização funcional são denominadas analfabetos funcionais."

"A definição atualmente aceita de alfabetização funcional vem de um levantamento norte americano denominado YALS - Young Adult Literacy Survey, de 1985 (Kirsch and Jungeblut, (1986). Segundo o YALS, a alfabetização funcional é “... a habilidade (de um indivíduo adulto) de usar informação escrita e impressa para funcionar em sociedade, para atingir seus objetivos e para desenvolver seu conhecimento e potencial.”"

Então, dar aulas de Matemática também éalfabetizar?

MOREIRA, Daniel Augusto. Produtividade, Desenvolvimento e Alfabetização Funcional: Algumas Constatações. Disponível em <http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.07.01.01.00&num=19&ver=por> Acesso em 17 set.2008.

O uso da internet e a educação matemática

"(...) São muitas as mudanças que acontecem nas áreas
política, econômica e social, com o surgimento das Tecnologias de Informação e
Comunicação, o que acaba nos levando a uma sociedade onde o conhecimento é muito
valorizado. No entanto, na Educação as mudanças são mais lentas, uma vez que acabam por
repercutir em alterações na escola, no papel do professor e do aluno. Neste sentido, estamos
buscando maneiras para a prática docente, com as quais esperamos que surjam possibilidades
que possam auxiliar o desenvolvimento do aluno buscando construir novos conhecimentos
não mais através da transmissão, mas do fazer, pesquisar e construir."

Saiba mais:

GOUVÊA, Simone Aparecida Silva. O uso da internet e a educação matemática. Diponível em <http://ccet.ucs.br/eventos/outros/egem/cientificos/cc67.pdf> Acesso em 17 set.2008.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Bons leitores são bons alunos em qualquer disciplina

Turma,

Escontrei essa matéria no site da Nova Escola e decidi compartilhar com vocês. Acho que está de acordo com nossas discussões em sala dos últimos dias.

Boa leitura!

Simone C. Cerqueira.


Trabalhar redação e leitura é tarefa de todos os professores, não só dos que lecionam Língua Portuguesa. A capacidade de entender e produzir textos é fundamental em qualquer disciplina, de História até Matemática. Cada área tem textos com características específicas e não dá para deixar tudo por conta do professor de Língua Portuguesa. "Não é que agora todo mundo tem de ensinar português e cuidar da correção ortográfica", diz a consultora Maria José Nóbrega, de São Paulo. "Só o professor de cada área sabe se o texto que ele pediu está correto em termos de vocabulário ou clareza da argumentação, por exemplo." É comum o professor de Matemática propor um problema às crianças e perceber que muitas teriam conhecimento para solucioná-lo, mas não conseguem chegar lá porque não entendem o enunciado. "Há alunos que sabem o raciocínio, mas têm dificuldade de escrever e de ler corretamente", diz Kátia Smole, coordenadora do Mathema, empresa de consultoria em educação matemática de São Paulo.
(...)
Na Matemática, o desafio é traduzir palavras em símbolos
A atividade com texto nas aulas de Matemática envolve outros desafios, como a relação entre duas linguagens diferentes as palavras e os símbolos matemáticos. Só o professor da área pode trabalhar satisfatoriamente a combinação de linguagens presente na resolução de problemas. Para solucioná-los, pede-se ao aluno que traduza uma situação inicialmente descrita em palavras para uma forma mais abstrata, composta de números e sinais.
Isso leva a criança a desenvolver habilidades de raciocínio e representação, que ela poderá usar em outras situações, cada vez mais complexas. Resolver uma questão matemática com desenhos pode ser um bom começo para que a garotada das primeiras séries se sinta à vontade no trânsito entre as duas linguagens. Por exemplo: peça que os alunos, por meio de desenhos, distribuam nove lápis em três estojos ou 12 bolas entre quatro crianças.
O trabalho com leitura e escrita em Matemática já pode ser proposto nas primeiras séries. A atividade em grupo é muito produtiva nessa fase, tanto para desenvolver habilidades de comunicação quanto para revelar ao professor e aos próprios alunos o quanto aprenderam e quais dificuldade ainda têm.
A professora Mirela Landulfo, do Colégio Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, utiliza textos nas aulas de Matemática desde a 2ª série. Para ela, essa é a melhor forma de levar as crianças a refletir sobre o que aprendem. Para ensinar tabuada, por exemplo, ela usa jogos e histórias em quadrinhos e depois pede que os alunos escrevam sobre a experiência. Os relatos dos estudantes sobre o Bingo da Tabuada em que eles têm de achar o resultado de uma multiplicação em suas cartelas de números mostraram a Mirela que alguns ficavam atentos às peças do jogo, outros às regras e os demais ao conteúdo matemático. Com base nisso, a professora concluiu que deveria continuar investindo na atividade até que a maior parte da turma constatasse, sozinha, como funciona a tabuada e também avaliasse o próprio aprendizado.
Para que a garotada da 7ª série conseguisse passar aos colegas os conceitos aprendidos, a professora Neide Pessoa dos Santos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Afrânio de Mello Franco, em São Paulo, realizou uma atividade que envolveu todas as turmas. Primeiro, propôs um problema aos alunos de uma classe. Depois, cada um escreveu uma carta, com indicações sobre a resolução, para um colega anônimo de outra sala. O tal colega mais tarde enviou uma resposta, avaliando as dicas recebidas e contando como solucionou o problema. "O exercício pedia um cuidado especial com o texto e ampliou o vocabulário matemático dos meninos", diz Neide. O empenho das turmas foi tão grande que os professores adaptaram a experiência, com sucesso, para o laboratório de informática. Os alunos ensinaram uns aos outros, por escrito, como desenvolver um software que constrói mosaicos.

O que todo professor pode fazer:
Estimular o gosto pela leitura.
Fazer perguntas e discutir o que foi lido.
Avaliar o aprendizado por escrito.
Mostrar a importância do vocabulário específico.
Incentivar a clareza ao escrever.
Treinar a habilidade de organizar idéias.

sábado, 13 de setembro de 2008

UCSAL: Oficina de Ensino da Matemática

O Instituto de Ciências Exatas (ICE) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática (NEPEM) da Universidade Católica do Salvador (UCSal), informam que se encontram abertas as inscrições para:

ATIVIDADES COM JOGOS PARA O ENSINO DE MATEMÀTICA- 1ª ETAPA
Prof. Antônio dos Santos Filho
Período - 15, 16 e 17/9/2008.
Horário - 17: 40/18:50
Número vagas - 25
Inscrição - 8/9 a 13/9, na secretaria.
Local - NEPEM
Taxa de material - R$ 10,00
Programa : papel do jogo no ensino da Matemática, Contig 60, Eu tenho quem tem, Nim, Dominó aritmético, Pega-varetas, Torre de Hanói, Sudoku, Kakuro, Números Lógicos.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

GESTAR: você conhece?!

"O Programa Gestar é desenvolvido pelo Fundescola em duas modalidades: Gestar I – para professores de 1ª a 4ª série e Gestar II para os de 5ª a 8ª série. Seu principal objetivo é a melhoria do desempenho dos alunos nas áreas temáticas de Língua Portuguesa e Matemática, por meio da formação continuada de professores.
(...) O Gestar utiliza material didático especialmente produzido pelo Fundescola e associa a teoria às questões práticas do cotidiano do professor. Uma parte dos estudos é realizada individualmente e a outra em grupos reunidos em uma escola-pólo, onde os professores recebem acompanhamento de um professor-formador. Na área de Matemática, por exemplo, o programa propõe ao cursista trabalhar com seus alunos a resolução de problemas por meio de vários recursos, como desenhos e jogos pedagógicos: dominó, bingo, jogo da memória, xadrez, quebra-cabeça.(...)
Veja a matéria em:
http://mecsrv04.mec.gov.br/reforma/Noticias_Detalhe.asp?Codigo=5047

GESTAR 1 e GESTAR 2 estão integralmente disponíveis na INTERNET:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9848&Itemid=
Esse material é uma riqueza ao nosso trabalho.