terça-feira, 30 de setembro de 2008
aula de quinta feira(2/10)
Abraços:
Jassiara Prado.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
FACED: Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão
Eis uma oportunidade para ampliação dos nossos estudos. Saibam mais:
Jogos Online
Clique para se divertir com este joguinho online!
Peço desculpas por não estar postando diariamente, mas estou passando por tempos turbulentos
aí está um exemplo de como utilizar a tecnologia como meio de aprendizagem...
Nesse game vc precisa formar o numero pedido utilizando a soma de numeros pertencentes a tabela, divirtam-se =P
Raimundo Veloso
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Raiz Quadrada


Este símbolo criado por RUDOLFF não teve aceitação imediata nem mesmo na Alemanha, sua terra natal. A letra l (do latim latus, lado) era muita vezes utilizada. Assim l 4 representava 4.
Em 1655 JOHN WALLIS usou o índice de raiz quadrada da mesma forma que utilizamos hoje: 3 para o conhecido 3x.
Divisão
Já o símbolo (÷) foi primeiramente usado por JOHANN RAHN (ou RHONIUS) (1622-1676) em 1659 no livro Teutsche Algebra. O dois pontos (:) de LEIBNIZ utilizado tanto para razão como divisão apareceu na primeira revista de matemática voltada para pesquisa (naturalmente, projeta, criada, elaborada e tendo como principal colaborador ninguém menos que o próprio LEIBNIZ) Acta Eruditorium ("Anotações dos Eruditos") em 1684.
Multiplicação


Já o sinal em forma de ponto (·) deve-se ao não menos genial GOTTFRIED WILHELM LEIBNIZ (1646-1716). No dia 29 de julho de 1698, ele escreveu à JOHN BERNOUILLI:
Não gosto de x como símbolo para multiplicação, pois ele é facilmente confundível com um simples x da álgebra;... Freqüentemente Eu simplesmente relaciono a multiplicação de duas quantidades por um simples ponto entre elas, como em ZC·LM. Da mesma forma, quando Quero designar uma divisão não uso um mas sim dois pontos(:), por ser tão prático quanto...
Mais (+) e Menos (-)

É possível ler neste livro que: "Was - ist / das ist minus... und das + ist mer."
Já o sinal de menos ao que parece surgiu a partir do latim minus. Em particular existem manuscritos onde existe um traço bem acima da letra "m", que com o tempo, passou a ser unica e exclusivamente o conhecido sinal -, mantendo o significado.
Contudo os sinais de (+) e (-) somente ficaram conhecidos e a partir de então bastante utilizados após a publicação do livro The Whetstone of Witte, de ROBERT RECORD em 1557, apesar de suas raízes mais profundas estarem contidas em versões antigas dos livros de HIERÃO e DIOFANTO.
D'AMBROSIO_INTERFACE_HISTÓRIA_MATEMÁTICA
"Para quem e para que serve a História da Matemática?"
D'AMBROSIO, Ubiratan. A interface entre História e Matemática. Disponível em <http://vello.sites.uol.com.br/interface.htm> Acesso em 17 set.2008.
BARBOSA_MODELAGEM MATEMÁTICA
Uma boa leitura sobre a Modelagem Matemática:
BARBOSA, Jonei. Modelagem na Educação Matemática: contribuições para o debate teórico. Disponível em <http://www8.pr.gov.br/portals/portal/institucional/def/areas/matematica/modelagem.pdf>Acesso em 17 set.2008.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Ensinar Matemática também é alfabetizar?
Sobre Alfabetização funcional, "(...) trata-se de uma característica dos componentes de uma sociedade, medida em níveis. Pessoas com baixo grau de alfabetização funcional são denominadas analfabetos funcionais."
"A definição atualmente aceita de alfabetização funcional vem de um levantamento norte americano denominado YALS - Young Adult Literacy Survey, de 1985 (Kirsch and Jungeblut, (1986). Segundo o YALS, a alfabetização funcional é “... a habilidade (de um indivíduo adulto) de usar informação escrita e impressa para funcionar em sociedade, para atingir seus objetivos e para desenvolver seu conhecimento e potencial.”"
Então, dar aulas de Matemática também éalfabetizar?
MOREIRA, Daniel Augusto. Produtividade, Desenvolvimento e Alfabetização Funcional: Algumas Constatações. Disponível em <http://www.ipm.org.br/ipmb_pagina.php?mpg=4.07.01.01.00&num=19&ver=por> Acesso em 17 set.2008.
O uso da internet e a educação matemática
política, econômica e social, com o surgimento das Tecnologias de Informação e
Comunicação, o que acaba nos levando a uma sociedade onde o conhecimento é muito
valorizado. No entanto, na Educação as mudanças são mais lentas, uma vez que acabam por
repercutir em alterações na escola, no papel do professor e do aluno. Neste sentido, estamos
buscando maneiras para a prática docente, com as quais esperamos que surjam possibilidades
que possam auxiliar o desenvolvimento do aluno buscando construir novos conhecimentos
não mais através da transmissão, mas do fazer, pesquisar e construir."
Saiba mais:
GOUVÊA, Simone Aparecida Silva. O uso da internet e a educação matemática. Diponível em <http://ccet.ucs.br/eventos/outros/egem/cientificos/cc67.pdf> Acesso em 17 set.2008.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Bons leitores são bons alunos em qualquer disciplina
Escontrei essa matéria no site da Nova Escola e decidi compartilhar com vocês. Acho que está de acordo com nossas discussões em sala dos últimos dias.
Boa leitura!
Simone C. Cerqueira.
Trabalhar redação e leitura é tarefa de todos os professores, não só dos que lecionam Língua Portuguesa. A capacidade de entender e produzir textos é fundamental em qualquer disciplina, de História até Matemática. Cada área tem textos com características específicas e não dá para deixar tudo por conta do professor de Língua Portuguesa. "Não é que agora todo mundo tem de ensinar português e cuidar da correção ortográfica", diz a consultora Maria José Nóbrega, de São Paulo. "Só o professor de cada área sabe se o texto que ele pediu está correto em termos de vocabulário ou clareza da argumentação, por exemplo." É comum o professor de Matemática propor um problema às crianças e perceber que muitas teriam conhecimento para solucioná-lo, mas não conseguem chegar lá porque não entendem o enunciado. "Há alunos que sabem o raciocínio, mas têm dificuldade de escrever e de ler corretamente", diz Kátia Smole, coordenadora do Mathema, empresa de consultoria em educação matemática de São Paulo.
(...)
Na Matemática, o desafio é traduzir palavras em símbolos
A atividade com texto nas aulas de Matemática envolve outros desafios, como a relação entre duas linguagens diferentes as palavras e os símbolos matemáticos. Só o professor da área pode trabalhar satisfatoriamente a combinação de linguagens presente na resolução de problemas. Para solucioná-los, pede-se ao aluno que traduza uma situação inicialmente descrita em palavras para uma forma mais abstrata, composta de números e sinais.
Isso leva a criança a desenvolver habilidades de raciocínio e representação, que ela poderá usar em outras situações, cada vez mais complexas. Resolver uma questão matemática com desenhos pode ser um bom começo para que a garotada das primeiras séries se sinta à vontade no trânsito entre as duas linguagens. Por exemplo: peça que os alunos, por meio de desenhos, distribuam nove lápis em três estojos ou 12 bolas entre quatro crianças.
O trabalho com leitura e escrita em Matemática já pode ser proposto nas primeiras séries. A atividade em grupo é muito produtiva nessa fase, tanto para desenvolver habilidades de comunicação quanto para revelar ao professor e aos próprios alunos o quanto aprenderam e quais dificuldade ainda têm.
A professora Mirela Landulfo, do Colégio Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo, utiliza textos nas aulas de Matemática desde a 2ª série. Para ela, essa é a melhor forma de levar as crianças a refletir sobre o que aprendem. Para ensinar tabuada, por exemplo, ela usa jogos e histórias em quadrinhos e depois pede que os alunos escrevam sobre a experiência. Os relatos dos estudantes sobre o Bingo da Tabuada em que eles têm de achar o resultado de uma multiplicação em suas cartelas de números mostraram a Mirela que alguns ficavam atentos às peças do jogo, outros às regras e os demais ao conteúdo matemático. Com base nisso, a professora concluiu que deveria continuar investindo na atividade até que a maior parte da turma constatasse, sozinha, como funciona a tabuada e também avaliasse o próprio aprendizado.
Para que a garotada da 7ª série conseguisse passar aos colegas os conceitos aprendidos, a professora Neide Pessoa dos Santos, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Afrânio de Mello Franco, em São Paulo, realizou uma atividade que envolveu todas as turmas. Primeiro, propôs um problema aos alunos de uma classe. Depois, cada um escreveu uma carta, com indicações sobre a resolução, para um colega anônimo de outra sala. O tal colega mais tarde enviou uma resposta, avaliando as dicas recebidas e contando como solucionou o problema. "O exercício pedia um cuidado especial com o texto e ampliou o vocabulário matemático dos meninos", diz Neide. O empenho das turmas foi tão grande que os professores adaptaram a experiência, com sucesso, para o laboratório de informática. Os alunos ensinaram uns aos outros, por escrito, como desenvolver um software que constrói mosaicos.
O que todo professor pode fazer:
Estimular o gosto pela leitura.
Fazer perguntas e discutir o que foi lido.
Avaliar o aprendizado por escrito.
Mostrar a importância do vocabulário específico.
Incentivar a clareza ao escrever.
Treinar a habilidade de organizar idéias.
sábado, 13 de setembro de 2008
UCSAL: Oficina de Ensino da Matemática
ATIVIDADES COM JOGOS PARA O ENSINO DE MATEMÀTICA- 1ª ETAPA
Prof. Antônio dos Santos Filho
Período - 15, 16 e 17/9/2008.
Horário - 17: 40/18:50
Número vagas - 25
Inscrição - 8/9 a 13/9, na secretaria.
Local - NEPEM
Taxa de material - R$ 10,00
Programa : papel do jogo no ensino da Matemática, Contig 60, Eu tenho quem tem, Nim, Dominó aritmético, Pega-varetas, Torre de Hanói, Sudoku, Kakuro, Números Lógicos.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
GESTAR: você conhece?!
(...) O Gestar utiliza material didático especialmente produzido pelo Fundescola e associa a teoria às questões práticas do cotidiano do professor. Uma parte dos estudos é realizada individualmente e a outra em grupos reunidos em uma escola-pólo, onde os professores recebem acompanhamento de um professor-formador. Na área de Matemática, por exemplo, o programa propõe ao cursista trabalhar com seus alunos a resolução de problemas por meio de vários recursos, como desenhos e jogos pedagógicos: dominó, bingo, jogo da memória, xadrez, quebra-cabeça.(...)
Veja a matéria em:
http://mecsrv04.mec.gov.br/reforma/Noticias_Detalhe.asp?Codigo=5047
GESTAR 1 e GESTAR 2 estão integralmente disponíveis na INTERNET:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9848&Itemid=
Esse material é uma riqueza ao nosso trabalho.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Etnomatemática
"O pensamento abstrato, próprio de cada indivíduo, é uma elaboração de representações da realidade e é compartilhado graças à comunicação, dando origem ao que chamamos cultura. Os instrumentos [materiais e intelectuais] essenciais para essa elaboração incluem, dentre outros, sistemas de quantificação, comparação, classificação, ordenação e linguagem. O Programa Etnomatemática tem como objetivo entender o ciclo do conhecimento em distintos ambientes."
Leia na íntegra:
D’AMBROSIO, Ubiratan. O programa Etnomatemática. Disponível em <http://vello.sites.uol.com.br/filosofia.htm> Acesso em 03 set.2008.
Filosofia da Matemática
"(...) é urgente que na formação de professores, para além da preocupação com o domínio de áreas do conhecimento mais ou menos especializadas, se dê também prioridade ao desenvolvimento de atitudes que permitam ao professor não só "aceitar" a mudança e a inovação, mas ser ele próprio agente de mudança, através de práticas de reflexão , partilha e cooperação ."
Leia na íntegra:
VASCONCELOS, Cláudia Cristina C. A Filosofia da Matemática na Formação de Professores. Disponível em www.ipv.pt/millenium/arq9_1.htm Acesso em 03 set. 2008.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Re-significando o planejamento
Por que re-significar?
Quando algo na nossa rotina pedagógica não vai bem é hora de buscar fazer algo pelo menos diferente daquilo que não estamos mais satisfeitos.
Resignificar implica em resgatar sua necessidade e possibilidade tanto no nível mais geral quanto no mias específico da atividade de planejar.
Planejar prescreve então:
1- querer mudar algo
2- acreditar na possibilidade de mudança da realidade
3- perceber a necessidade de mediação teórico-metodológica
4- vislumbrar a possibilidade de realizar aquela determinação
O ponto de partida é reconhecer a necessidade de mudança. Não existe nada tão bom que não possa ser melhorado ou aperfeiçoado. Pensar de maneira diferente que esta é alienar-se e descompromissar-se com a sua própria prática pedagógica. Não é possível re-significar o planejamento em si, isolado de resignificação de estar no mundo e de toda a prática educacional.
O fundamento mínimo para o planejamento está no compromisso( desejo, ética e responsabilidade) e na competência ( capacidade de resolver problemas).
Numa concepção libertadora , sujeitos, projetos e organização devem se articular a partir do fundamental, que são as pessoas, construtoras e destinatárias da libertação.
O planejamento só tem sentido se o sujeito coloca-se numa perspectiva de mudança. È preciso sair do modelo de reprodução para o modelo de investigação. E para tanto o professor precisa se colocar como sujeito de processo educativo.
O desejo de fazer algo diferente é o combustível para toda atividade transformadora. A ação humana, simbólica ou material, se caracteriza por ser motivada; para agir, o sujeito precisa desta energia deste ' querer', porém querer apenas não basta, o sujeito precisa considerar sua realidade e dentro dela transformar esse querer em poder e fazer. O forte interesse pelos resultados envolve o sujeito no planejamento a fim de garantir o máximo de êxito. Assim, querer é condição necessária para começar a criar um novo poder, afim de enfrentar os poderes estabelecidos, mas não é suficiente. O professor precisa superar o processo de alienação. Porque o planejamento também é uma questão política, visto que envolve posicionamentos, opções, jogos de poder, compromisso com a reprodução ou com a transformação, etc.
O planejamento deve aparecer como necessidade do professor!
Entretanto, o professor precisa ter consciência de que as mudanças não se dão apenas espontaneamente nem por boa vontade. Se desejamos uma educação democrática, temos que ter um projeto bem definido nesta direção.
A perspectiva de superação implica a mediação teórica que deve dar conta da qualificação da ação de intervenção e da complexidade do campo da ação.
A ação é o elemento fundamental definidor dos sujeitos e das instituições. Contudo a ação a ser desenvolvida não pode ser qualquer, já que a realidade não é qualquer e não queremos uma mudança qualquer. A ação humana consciente está sempre pautada numa certa elaboração teórica.
A prática nunca deve estar desvinculada ada teoria nem vice-versa. O ideal buscar a práxis – atividade teórico-prática; ou seja, tem um lado ideal, teórico, e um lado material, propriamente prático, com a particularidade de que só artificialmente, por um processo de abstração, podemos separar, isolar um do outro.
Considerando a realidade do professor , até que ponto seria possível planejar? Para que uma nova prática ocorra, é preciso que simultaneamente se articulem tanto condições subjetivas- clareza de proposta, necessidade, motivação, etc.- quanto condições objetivas – certas disposições concretas da realidade a ser trabalhada.
PLANEJAR: por quê? Para quê? para quem? E como?
Portanto, planejamento é sempre uma aproximação, uma tentativa, uma hipótese; não pode se transformara em algo dogmático que mate, ao negar o movimento do real( que é sempre muito maior do que qualquer possível explicação ou previsão) ou própria intuição( por paradoxal que possa parecer). Deve estar sempre atento e aberto à realidade ( exterior e interior: fluxo , relações, contradições, desejo, etc.). A perspectiva é de um planejamento mias humilde, menos pretensioso de abarcar a totalidade da prática, nos seus mínimos detalhes, tendo em vista que tudo que é fechado/ determinado demais acaba expulsando o humano. Na nossa contingência de seres históricos e limitados, precisamos de pontos de apoio e referência para nos movimentarmos; mas isto não pode impedir de caminhar ou de trilhar novos caminhos!
Olá, pessoal esse material faz parte do texto de Celso Vasconcellos, no livro Planejamento: Projeto de Ensino - Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico, São Paulo: Libertad, 2005. Li e achei que seria de grande proveito. Essa é uma adaptação do texto.
Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Catia
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Reflexão sobre a aula do dia 27/08/08
Sandra Sena
Filosofia da Matemática na sua Formação enquanto Professores.
Segundo Hyde (1989), o que os professores fazem na sala de aula é função do que pensam sobre a Matemática e como sentem a Matemática e o seu ensino. A componente conhecimento está claramente presente, mas existe dentro de uma estrutura mais lata de atitudes, crenças e sentimentos.
Acesse o site:
http://www.ipv.pt/millenium/arq9_1.htm
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Uma entrevista com Kátia Cristina Stocco Smole
_Qual a importância de se trabalhar Matemática na Educação Infantil?
Kátia Smole- É inegável a importância da disciplina para a formação das pessoas em qualquer etapa da escolaridade,pois ela auxilia no desenvolvimento das formas de pensar e das diferentes competências intelectuais dos indivíduos. Talvez, por esse motivo, a preocupação com o ensino de matemática de qualidade desde a Educação Infantil seja cada vez mais frequente, assim como a quantidade de estudos que indicam caminhos para fazer que os alunos da pré-escola tenham oportunidades de iniciar de modo adequado seus primeiros contatos com essa disciplina
_Materiais diversificados, como palitos de fósforo e sorvete entre outros, auxiliam no aprendizadodessa disciplina?
K.S _ Os materiais didáticos há muito vêm despertando o interesse dos professores e, atualmente,é quasw impossível que se discuta o ensino de Matemática sem fazer referência a esse recurso.No entanto, seu uso não pode ser irrrefletido. De nada valem materais didáticos na sala de aula se eles não estiverem atrelados a objetivos bem claros.Acredito que os materiais didáticos podem ser úteis se provocarem a reflexão por parte das crianças, de modo que elas possam criar significados para ações que realizam com eles.
obs- levarei este material na quinta-feira.
Jassiara Prado

