sábado, 13 de setembro de 2008

UCSAL: Oficina de Ensino da Matemática

O Instituto de Ciências Exatas (ICE) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação Matemática (NEPEM) da Universidade Católica do Salvador (UCSal), informam que se encontram abertas as inscrições para:

ATIVIDADES COM JOGOS PARA O ENSINO DE MATEMÀTICA- 1ª ETAPA
Prof. Antônio dos Santos Filho
Período - 15, 16 e 17/9/2008.
Horário - 17: 40/18:50
Número vagas - 25
Inscrição - 8/9 a 13/9, na secretaria.
Local - NEPEM
Taxa de material - R$ 10,00
Programa : papel do jogo no ensino da Matemática, Contig 60, Eu tenho quem tem, Nim, Dominó aritmético, Pega-varetas, Torre de Hanói, Sudoku, Kakuro, Números Lógicos.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

GESTAR: você conhece?!

"O Programa Gestar é desenvolvido pelo Fundescola em duas modalidades: Gestar I – para professores de 1ª a 4ª série e Gestar II para os de 5ª a 8ª série. Seu principal objetivo é a melhoria do desempenho dos alunos nas áreas temáticas de Língua Portuguesa e Matemática, por meio da formação continuada de professores.
(...) O Gestar utiliza material didático especialmente produzido pelo Fundescola e associa a teoria às questões práticas do cotidiano do professor. Uma parte dos estudos é realizada individualmente e a outra em grupos reunidos em uma escola-pólo, onde os professores recebem acompanhamento de um professor-formador. Na área de Matemática, por exemplo, o programa propõe ao cursista trabalhar com seus alunos a resolução de problemas por meio de vários recursos, como desenhos e jogos pedagógicos: dominó, bingo, jogo da memória, xadrez, quebra-cabeça.(...)
Veja a matéria em:
http://mecsrv04.mec.gov.br/reforma/Noticias_Detalhe.asp?Codigo=5047

GESTAR 1 e GESTAR 2 estão integralmente disponíveis na INTERNET:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=9848&Itemid=
Esse material é uma riqueza ao nosso trabalho.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Etnomatemática

"O pensamento abstrato, próprio de cada indivíduo, é uma elaboração de representações da realidade e é compartilhado graças à comunicação, dando origem ao que chamamos cultura. Os instrumentos [materiais e intelectuais] essenciais para essa elaboração incluem, dentre outros, sistemas de quantificação, comparação, classificação, ordenação e linguagem. O Programa Etnomatemática tem como objetivo entender o ciclo do conhecimento em distintos ambientes."

Leia na íntegra:

D’AMBROSIO, Ubiratan. O programa Etnomatemática. Disponível em <http://vello.sites.uol.com.br/filosofia.htm> Acesso em 03 set.2008.

Filosofia da Matemática

"(...) é urgente que na formação de professores, para além da preocupação com o domínio de áreas do conhecimento mais ou menos especializadas, se dê também prioridade ao desenvolvimento de atitudes que permitam ao professor não só "aceitar" a mudança e a inovação, mas ser ele próprio agente de mudança, através de práticas de reflexão , partilha e cooperação ."

Leia na íntegra:

VASCONCELOS, Cláudia Cristina C. A Filosofia da Matemática na Formação de Professores. Disponível em www.ipv.pt/millenium/arq9_1.htm Acesso em 03 set. 2008.


quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Re-significando o planejamento

Planejar é antecipar mentalmente uma ação a realizada e agir de acordo com o previsto. Planejar ajuda a concretizar aquilo que se almeja e o que planejamos é possível acontecer e podemos interferir na realidade.

Por que re-significar?
Quando algo na nossa rotina pedagógica não vai bem é hora de buscar fazer algo pelo menos diferente daquilo que não estamos mais satisfeitos.
Resignificar implica em resgatar sua necessidade e possibilidade tanto no nível mais geral quanto no mias específico da atividade de planejar.
Planejar prescreve então:
1- querer mudar algo
2- acreditar na possibilidade de mudança da realidade
3- perceber a necessidade de mediação teórico-metodológica
4- vislumbrar a possibilidade de realizar aquela determinação

O ponto de partida é reconhecer a necessidade de mudança. Não existe nada tão bom que não possa ser melhorado ou aperfeiçoado. Pensar de maneira diferente que esta é alienar-se e descompromissar-se com a sua própria prática pedagógica. Não é possível re-significar o planejamento em si, isolado de resignificação de estar no mundo e de toda a prática educacional.
O fundamento mínimo para o planejamento está no compromisso( desejo, ética e responsabilidade) e na competência ( capacidade de resolver problemas).
Numa concepção libertadora , sujeitos, projetos e organização devem se articular a partir do fundamental, que são as pessoas, construtoras e destinatárias da libertação.
O planejamento só tem sentido se o sujeito coloca-se numa perspectiva de mudança. È preciso sair do modelo de reprodução para o modelo de investigação. E para tanto o professor precisa se colocar como sujeito de processo educativo.
O desejo de fazer algo diferente é o combustível para toda atividade transformadora. A ação humana, simbólica ou material, se caracteriza por ser motivada; para agir, o sujeito precisa desta energia deste ' querer', porém querer apenas não basta, o sujeito precisa considerar sua realidade e dentro dela transformar esse querer em poder e fazer. O forte interesse pelos resultados envolve o sujeito no planejamento a fim de garantir o máximo de êxito. Assim, querer é condição necessária para começar a criar um novo poder, afim de enfrentar os poderes estabelecidos, mas não é suficiente. O professor precisa superar o processo de alienação. Porque o planejamento também é uma questão política, visto que envolve posicionamentos, opções, jogos de poder, compromisso com a reprodução ou com a transformação, etc.
O planejamento deve aparecer como necessidade do professor!
Entretanto, o professor precisa ter consciência de que as mudanças não se dão apenas espontaneamente nem por boa vontade. Se desejamos uma educação democrática, temos que ter um projeto bem definido nesta direção.
A perspectiva de superação implica a mediação teórica que deve dar conta da qualificação da ação de intervenção e da complexidade do campo da ação.
A ação é o elemento fundamental definidor dos sujeitos e das instituições. Contudo a ação a ser desenvolvida não pode ser qualquer, já que a realidade não é qualquer e não queremos uma mudança qualquer. A ação humana consciente está sempre pautada numa certa elaboração teórica.
A prática nunca deve estar desvinculada ada teoria nem vice-versa. O ideal buscar a práxis – atividade teórico-prática; ou seja, tem um lado ideal, teórico, e um lado material, propriamente prático, com a particularidade de que só artificialmente, por um processo de abstração, podemos separar, isolar um do outro.
Considerando a realidade do professor , até que ponto seria possível planejar? Para que uma nova prática ocorra, é preciso que simultaneamente se articulem tanto condições subjetivas- clareza de proposta, necessidade, motivação, etc.- quanto condições objetivas – certas disposições concretas da realidade a ser trabalhada.
PLANEJAR: por quê? Para quê? para quem? E como?
Portanto, planejamento é sempre uma aproximação, uma tentativa, uma hipótese; não pode se transformara em algo dogmático que mate, ao negar o movimento do real( que é sempre muito maior do que qualquer possível explicação ou previsão) ou própria intuição( por paradoxal que possa parecer). Deve estar sempre atento e aberto à realidade ( exterior e interior: fluxo , relações, contradições, desejo, etc.). A perspectiva é de um planejamento mias humilde, menos pretensioso de abarcar a totalidade da prática, nos seus mínimos detalhes, tendo em vista que tudo que é fechado/ determinado demais acaba expulsando o humano. Na nossa contingência de seres históricos e limitados, precisamos de pontos de apoio e referência para nos movimentarmos; mas isto não pode impedir de caminhar ou de trilhar novos caminhos!



Olá, pessoal esse material faz parte do texto de Celso Vasconcellos, no livro Planejamento: Projeto de Ensino - Aprendizagem e Projeto Político Pedagógico, São Paulo: Libertad, 2005. Li e achei que seria de grande proveito. Essa é uma adaptação do texto.
Beijos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Catia

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Reflexão sobre a aula do dia 27/08/08

Após a aula de quinta, 27/09/08 sobre concepção da matemática, pesquisei sobre como estar sendo a formação dos pedagogos e dos professores de matemática e encontrei o texto que segue, que mim levou a refletir sobre a nossa formação de pedagogo e qual tipo de concepção de aprendizagem que iremos praticar com os alunos na sala de aula, será que será o inatismo,? O ambientalismo? Ou o interacionismo que forma o aluno na perspectiva da interação?

Sandra Sena

Filosofia da Matemática na sua Formação enquanto Professores.
Segundo Hyde (1989), o que os professores fazem na sala de aula é função do que pensam sobre a Matemática e como sentem a Matemática e o seu ensino. A componente conhecimento está claramente presente, mas existe dentro de uma estrutura mais lata de atitudes, crenças e sentimentos.

Acesse o site:
http://www.ipv.pt/millenium/arq9_1.htm

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Uma entrevista com Kátia Cristina Stocco Smole

Achei muito interessante a matéria com Kátia Cristina Stocco Smole, doutora em Educação, consultora de matemática dos Parâmetros Curriculares do Ensino Fundamental. Para que possam também refletir sobre a matemática na Educação Infantil estou compartilhando com vocês partes da matéria.

_Qual a importância de se trabalhar Matemática na Educação Infantil?

Kátia Smole- É inegável a importância da disciplina para a formação das pessoas em qualquer etapa da escolaridade,pois ela auxilia no desenvolvimento das formas de pensar e das diferentes competências intelectuais dos indivíduos. Talvez, por esse motivo, a preocupação com o ensino de matemática de qualidade desde a Educação Infantil seja cada vez mais frequente, assim como a quantidade de estudos que indicam caminhos para fazer que os alunos da pré-escola tenham oportunidades de iniciar de modo adequado seus primeiros contatos com essa disciplina

_Materiais diversificados, como palitos de fósforo e sorvete entre outros, auxiliam no aprendizadodessa disciplina?

K.S _ Os materiais didáticos há muito vêm despertando o interesse dos professores e, atualmente,é quasw impossível que se discuta o ensino de Matemática sem fazer referência a esse recurso.No entanto, seu uso não pode ser irrrefletido. De nada valem materais didáticos na sala de aula se eles não estiverem atrelados a objetivos bem claros.Acredito que os materiais didáticos podem ser úteis se provocarem a reflexão por parte das crianças, de modo que elas possam criar significados para ações que realizam com eles.


obs- levarei este material na quinta-feira.

Jassiara Prado